Diego Maradona, um dos maiores jogadores de futebol, morre aos 60 anos


Ele foi classificado com Pelé entre os melhores, e sua habilidade de surpreender conquistou fãs e até mesmo críticos. Mas seus excessos e vícios obscureceram seu legado.

Diego Maradona, o argentino que se tornou um herói nacional como um dos maiores jogadores do futebol, atuando com malandragem e controle extravagante enquanto busca uma vida pessoal repleta de drogas e álcool e problemas de saúde, morreu na quarta-feira em Tigre, Argentina, em Buenos Província de Aires. Ele tinha 60 anos.

A notícia da morte trouxe uma onda de luto e lembrança na Argentina, tornando-se virtualmente o único assunto das conversas. Tamanha era sua estatura - em 2000, a FIFA, órgão que rege o futebol, elegeu ele e Pelé do Brasil os dois maiores jogadores do esporte - que o governo declarou três dias de luto nacional.

Aos pés de Maradona, a bola parecia obedecer ao seu comando como um animal de estimação. (Dizia-se que ele fazia com uma laranja o que outros só podiam fazer com uma bola.) E jogava com uma espécie de camuflagem brilhante, parecendo estar sonolento por longos períodos antes de se afirmar em momentos urgentes com um drible hipnotizante, um passe surpreendente ou tiro certeiro.


Vestindo a tradicional camisa 10 de craque, Maradona levou a Argentina ao campeonato mundial de futebol em 1986, marcando um dos gols mais polêmicos do jogo e um dos mais comemorados em quatro minutos nas quartas de final contra a Inglaterra.



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