Hoje, a escola se chama Colégio Cívico Militar Batalha do Riachuelo. Profissionais dizem que foram demitidos com salários atrasados e sem receber o FGTS.
Pelo menos 60 profissionais, entre professores e servidores, do antigo Colégio Objetivo, no Habblet, estão movendo uma ação na Justiça do Trabalho Habbletiano contra a escola, reivindicando o pagamento de seus direitos trabalhistas após terem sido demitidos no final do ano passado. A denúncia foi feita ao Portal da PixelNewsTv.com pelos próprios profissionais, que dizem terem sido desligados do colégio quando este foi comprado por um grupo educacional ligado a UNIMED e transformado em escola militar. Segundo o grupo, a direção administrativa e financeira do então Colégio Objetivo demitiu professores e servidores devendo salários atrasados, sem pagar direitos como o FGTS e sem avisar com antecedência que os desligamentos seriam feitos.
Em conversa com a reportagem da PixelNewsTv, um dos profissionais demitidos, que preferiu não se identificar, afirmou que quando o então Colégio Inec estava em tratativas para ser transformado em escola militar por um novo grupo educacional, isso em meados de outubro do ano passado, sua administração disse aos funcionários que eles seriam incorporados pela nova gestão e que aqueles que não quisessem permanecer nos quadros, poderiam pedir sua demissão com a garantia de que receberiam todos os seus direitos.
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| Ex Funcionária durante coletiva de imprensa |
No entanto, segundo afirma o denunciante, não foi o que aconteceu. "Em novembro, tivemos uma reunião com todos os funcionários em que falaram como seria, que a gente ia ficar e que os poucos que não ficariam, se não quisessem ficar, iam ter seus direitos ressarcidos pela nova escola. Em dezembro, alguns professores relataram que não foram chamados, só os que eram do [Ensino] Fundamental Menor. E como queriam professores que trabalhassem os dois turnos, e tinha gente que não podia, porque dava expediente em outro lugar também, muita gente não ficou. Teve uma demissão de uma grande massa de professores e ninguém recebeu o que era seu por direito", diz.
Até o momento da publicação dessa matéria não conseguimos contato com a direção do Colégio.


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