6 de Janeiro de 1941. Um novo ano, e novas expectativas, novas celebrações... novos vexames? Vejamos. Como já se esperava, a maior premiação da academia finalmente aconteceu, abençoando a grandiosa Hollywood, o Oscar. Quando se trata da premiação, foi uma incrível noite, repleta de discursos memoráveis (alguns por motivos diferentes dos outros), pessoas talentosas, campeões. Me refiro aos grandes vencedores da noite, que já foram anunciados. Porém, nem tudo nesse mundo é doce, não é mesmo? Nem mesmo este maravilhoso espetáculo se safou de decepções e vexames. No meio das premiações, ocorreram algumas confusões, após o ator Leonardo Bittencourt revelar ser homossexual, você não leu errado.
Os organizadores não gostaram nem um pouco de como o jovem ator usou do palco para revelar sua opção sexual, e chegaram a tentar pacificamente leva-lo para ''tomar um ar'' do lado de fora. Após isso, Audrey Lavigne e Stefani Amélie de Vespucci deixaram suas emoções possuir de forma conturbada as próprias mentes e resolveram simplesmente se beijar em palco. Donzelas, tudo bem que esta é uma ocasião especial, mas para revolucionar o cinema, e não devia ser tratada como um prostíbulo, ou melhor, um circo de aberrações. Como se não fosse suficiente, a diretora Audrey Lavigne resolveu usar de um palavreado totalmente, totalmente, e repito, totalmente inapropriado para o momento, xingando de forma explicita pessoas ''preconceituosas''.

O que era para ser uma noite divina foi tomada por uma atmosfera assustadora, desrespeitosa e deplorável para o cinema e até mesmo para Hollywood em si. Parabéns a todos os vencedores e indicados, mas alguns artistas parecem ter esquecido o que é o cinema de verdade, e eu só digo algo: com certeza não é esta baixaria, que pareceu um verdadeiro boicote de tão deplorável.
Jornalista:Christopher Gibbons Wilkins,
Fonte: Hollywood Daily.










