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Favela não é violência

 



Mesmo com tantas adversidades, as favelas cariocas mantêm sua dinâmica particular e desafiam dia a dia as dificuldades, os estereótipos e os preconceitos. O colorido e o movimento das ruas. A diversão das crianças. O engajamento político. A cultura, a arte, a diversidade, a resiliência, o senso de comunidade. Com o objetivo de mostrar essas características, fotógrafos da comunidade registram o cotidiano da população local. Uma rotina que vai além da tragédia e da violência.

Em entrevista ao Expresso na Perifa, o fotógrafo @coutinho04 concorda: a favela não é sinônimo de perigo e violência. Ela tem talento, arte e criatividade.


A favela tem alma

 


Com justa razão, sociólogos, economistas, políticos e cientistas  sociais têm se preocupado com a trágica realidade das favelas urbanas. Na verdade, elas são o retrato de uma sociedade desigual e excludente que vivemos.

As favelas urbanas são também a vergonha  explícita da nossa iniquidade social. Tirar o homem da favela  será pois o grande desafio urbano & humanístico deste próximo milênio.                              

Conquanto seja deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma “favela ” na alma humana.  Tirar a favela de dentro do homem será pois  um grande desafio para os terapeutas, teólogos,  conselheiros,  educadores, em fim,  para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana.                          

A “favela interior ” é o resultado do crescimento de um tipo diferente de pobreza, marcada pela ausência de sentimentos, valores e atitudes nobres, cada vez mais escassos em nossa sociedade materializada. 

Pessaos de bem, empresários, médicos, advogados, politicos, e até muitos líderes religiosos, vivem nesta “favela”.  

Esta pobreza  interior é denunciadora também de um “lixo interior” que o ser humano permite que vá se acumulando pelas esquinas da  alma, ao longo da sua curta existência .      

Podemos assim classificar pelo menos, três diferentes tipos de pobreza interior denunciam  a existência de uma “favela” dentro de nós. 

Mas afinal, de onde surgiu o conceito de subúrbio ?

Quarto criado por Roisa

 

 A noção de subúrbio refere-se ao bairro que está longe da população da qual faz parte . O conceito também é usado para nomear o fim de uma localidade e a população que está ligada a outra maior.

O termo subúrbio começou a ser usado com relação ao desenvolvimento urbano das cidades medievais da Europa . Uma vez que as terras localizadas dentro das muralhas se tornaram insuficientes para abrigar a população, aldeias anexadas começaram a se desenvolver fora do espaço amuralhado. Ao longo dos anos, essas paredes foram frequentemente modificadas para incluir os subúrbios.

Um subúrbio pode ser associado a um subúrbio ou bairro . As favelas costumam estar ligadas à marginalização, à pobreza e à falta de controle e assistência do Estado . Outros sinônimos pelos quais as pessoas costumam se referir a esse conceito são “subúrbios, arredores, periferia, arredores, expansão, alfoz, lojas” e “adjacente”. Entre os principais antônimos podemos citar «zona urbana» e «centro».

As pessoas que vivem na periferia , de fato, tendem a ser as de menor poder econômico, embora muitas vezes haja também a busca por uma maior tranquilidade que a área urbana não consegue oferecer aos seus habitantes, dada a cacofonia de motores, buzinas. e agitação, muitas vezes coroada pela poluição ambiental e por doenças que surgem em decorrência do acúmulo de lixo.

Para as pessoas das classes mais baixas, a vida nos subúrbios pode ser muito difícil, especialmente se elas precisam se deslocar para o centro da cidade todos os dias para fazer seu trabalho. Embora dependa da situação econômica e do desenvolvimento de cada país, podendo até variar de uma cidade para outra, as longas viagens de um extremo a outro podem ser exaustivas e causar grande perda de tempo devido à impontualidade das empresas de transporte público. .




Por que favela se chama favela?













 






  



Alguns aglomerados habitacionais urbanos têm o nome de uma árvore do cerrado e caatinga. É uma questão espinhosa tanto a da planta quanto a das habitações e sua etimologia tem a ver com um evento histórico brasileiro. Foi assim...

Entre 1896 e 1897, milhares de sertanejos, liderados por Antônio Conselheiro, fundaram a comunidade de Canudos no interior da Bahia. Canudos ficava perto de um monte chamado ‘Morro da Favela’.



O morro assim era chamado porque lá cresciam muitas favelas, plantas euforbiáceas espinhosas, xerófilas, bastante resistentes à estiagem. ‘Favela’ é diminutivo de fava (planta leguminosa, como os feijões), assim como ‘barbela’ é de ‘barba’ e ‘costela’ é de ‘costa’. É que suas sementes são parecidas com às da fava.

Seus espinhos aparecem até no seu nome científico, ‘Cnidoscolus quercifolius’. O gênero significa ‘espinho urticante’ (do grego ‘knídos’: urtiga; ‘skólos’: espinho). O epíteto específico significa ‘folha de carvalho’.

O nome científico foi dado pelo botânico austríaco Johann Baptist Emanuel Pohl, que integrou a Missão Austríaca ao Brasil, entre 1817 e 1822, e a descreveu cientificamente em 1827. O nome comum, favela, apareceu, entretanto, por escrito só em 1902 na obra ‘Os Sertões’ de Euclides da Cunha.

Nesse livro, Euclides explica a Guerra de Canudos, o conflito entre os seguidores de Conselheiro e o Exército Brasileiro, e cita, em certos trechos, tanto a favela quanto o Morro da Favela. Depois do massacra de Canudos, os soldados voltaram para o Rio de Janeiro, então capital republicana.

Após a guerra, deixaram de receber seus salários, e, por falta de melhores condições,  foram obrigados a se instalar em barracos nos morros da cidade sem nenhuma infraestrutura. Os primeiros foram no atual ‘Morro da Providência’, que, relembrando o Morro da Favela, em Canudos, passou a chamar simplesmente de ‘favela’.

Com o tempo, qualquer aglomerado habitacional, de materiais improvisados, onde moram pessoas de baixa renda passou a ser chamado assim, mesmo que não seja num morro.

Jornalista do New York Times é cercada enquanto fazia documentário.


Muter, que é pós-graduada em Relações Internacionais e possui especialização em conflitos internacionais, foi a única brasileira a integrar um programa sobre segurança mundial da ONU para jornalistas, em Nova York, onde trabalhou para os New York Time.


Em janeiro de 2021, ela esteve novamente na favela. Desta vez, para ver de perto os estragos causados pelo crime organizado. Suas apurações na favela deram origem ao livro DOPAZ, que fala sobre a pacificação da favela, considerada a mais violenta do Habblet. À NOSSA EQUIPE, Muter falou sobre a atual situação da polícia  naquela região e o trabalho da imprensa local.  



Lana.Thampson é vista em favela depois de ter sido sequestrada.

 


Foto de Lana.Thompson é enviada por morador do morro após Baile acontecer na principal favela do Habblet, autoridades afirmam que a garota estava desaparecida e familiares fornecendo recompensa para notícias que levassem a jovem, autoridades policiais do habblet começaram uma investigação e prometem trazer ela em segurança.

Nas imagens fornecidas a garota se encontra cercada por moradores do morro que e suspeitos de tráfico, até o momento a família não comunicou se foi feito pedido de resgate, continuaremos acompanhando todos os detalhes.


Dono de Boate nega acusações de vínculo com Crime

 


Empresário do ramo de casa de shows nega acusações que sua futura boate teve investimento do crime organizado após parcerias com chefes de favelas do habblet, durante evento em mansão Jgtomass1 negou afirmando que:


"As pessoas podem pensar o que quiser, eu sei da minha índole e nunca faria negócios com criminosos"

O empresário começou a ser acusado depois que anunciou o lançamento de sua boate que acontecerá no dia 14 de novembro.







Empresários são acusados de financiar tráfico em favela do Habblet

 



O departamento de investigação de fraudes fiscais do Habblet o DIFFH, fez buscas e apreensões na casa de empresários e chefes do tráfico nessa quarta-feira, segundo o investigador chefe, existe suspeita que empresas estão financiando o tráfico para expandir sua marca dentro das favelas.

De acordo o militar a ação fez crescer o crime organizado dentro do habblet o que resultou no aumento de gangues atuando na região.




Para que se estabeleça uma compreensão mais aprofundada do problema da delinquência relacionada à atuação de gangues, também se faz necessário analisar questões relacionadas ao universo moral, normativo, cultural e simbólico que sustenta a própria existência destes grupos. Até porque, se trabalhamos com a hipótese de que as gangues são mais do que simplesmente grupos criminosos, constituindo, por vezes, verdadeiras instâncias de socialização juvenil, adotamos a hipótese análoga de que tais grupos só conseguem influenciar e moldar o comportamento de seus integrantes na medida em que as ações e atitudes socialmente prescritas por eles são respaldadas por algum tipo de sistema normativo, ainda que compartilhado somente pelos membros do próprio grupo.


Festa na favela


Quem disse que favelado não sabe se divertir perdeu a festa que foi organizado hoje, não faltou musica boa e curtição, daqui 9 meses vai está cheio de papai e mamãe também.

Dia a dia em uma favela do Habblet























Essa matéria tem por objetivo mostrar como é a vida da classe c do habblet, eles que muitas vezes não conseguem ir para quartos mais elitizados de festas e eventos acabam buscando se divertir no meio da favela, ambiente que simboliza um contraste de união entre moradores e violência do trafico de drogas.

Confira algumas imagens e deixe o seu comentário, como podemos solucionar isso ?

Infelizmente casos de pedofilia acontecem diariamente


O coelhinho da páscoa na favela não é tão legal

Prostituição é uma realidade

Exército investiga furto de arma na Vila Militar, no Habblet

  O Comando Militar do Planalto Habbletiano (CMLH) abriu um "procedimento judicial" para investigar um furto de armamento na Vila ...