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Ipanema abre sua vida para o New York Times


Entrevistei Ipanema ontem, promotora, mãe de 9 filhos e recém-separada de seu esposo, Eduardo, ela diz que tem sido bastante difícil ter a vida de mãe e promotora, e que, na maioria das vezes, quem faz mais o papel é o Eduardo. Além disso, ela diz suas dificuldades, além de ser uma mulher de personalidade forte, tem suas dificuldades, aliás, qual nome gigante passa por umas, né? rs

Ela diz que, para fazer eventos, é difícil, pois, é cada preparo feito com cuidado e às vezes dá certo ou não, mas o importante é nunca desistir. Recentemente, ela fez um dos maiores eventos do HP, O Baile Indiano, ela se diz orgulhosa com o projeto e fica feliz que deu certo, o evento teve mais de 90 pessoas.

Eu perguntei também sobre sua "briga" com a socialite Imco1, ela diz que, não passa informações, mas a outra diz que tem e trabalha até numa revista. Jogada do HP desde 2014, Ipanema diz que batalhou muito para fazer acontecer e que se orgulha de ser um dos maiores nomes do jogo, ter seus momentos. Ela conheceu o ex-exposo em 2016, casaram no final de 2017, sempre tem ciúmes, porém, sempre foi uma relação boa. Em relação as críticas, ela diz que leva numa boa e nada abala, há pra quem aguente, como ela diz "E quando receber muita pedrada, pode-se colher frutos lindos." 

Em relação ao feminismo, ela se diz feminista, diz que há muita rivalidade no campo, porém, não ligue para a concorrência e lute como uma garota #girlpower. A área é movida por homens, ela diz que nunca devemos desistir de nossos sonhos.

Para finalizar, ela dá conselho para meninas negras: "Nunca desista, sempre corra atrás daquilo que almeja." 
Como diz o filósofo:
"Desisto só se me matarem."

Tudo que você precisa saber para amar o capitalismo

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1) O capitalismo cria valor
Toda a função e finalidade do capitalismo é facilitar a criação e produção de valor — bens e serviços que contribuem para a vida de uma pessoa e para seu bem-estar.  O capitalismo estimula que os esforços criativos e produtivos sejam direcionados para a satisfação dos desejos e das necessidades dos outros.
Costumamos aceitar como natural, como um presente da natureza, o formidável processo de criação de valor — algo que nos foi legado por gerações anteriores — que ocorre por meio da livre troca de bens e serviços.  Nós nos acostumamos de tal modo às nossas atuais condições de vida, que a maioria das pessoas jamais parou para considerar como tudo seria caso não houvesse capitalismo.
Se o fizessem, constatariam o óbvio: ainda estaríamos vivendo e manuseando uma única ferramenta de pedra, a mesma que os ancestrais da humanidade utilizaram por milhões de anos.  E o nosso único modo de adquirir riqueza seria por meio de guerras, as quais seriam mais brutais do que a maioria de nós poderia imaginar.
2) O capitalismo estimula o planejamento de longo prazo, desestimula a impulsividade e não permite que os indivíduos se entreguem ao deleite excessivo de suas tentações e desejos.  Isso facilita o desenvolvimento da civilização, da paz e da prosperidade
Se você quer criar algo de valor, você tem de pensar, tem de utilizar suas faculdades mentais.  Você tem de estar disposto a dedicar muito tempo para aprender novas habilidades e saber como praticá-las; tem de saber conectar longas relações de causa e efeito a fim de trazer ao mundo algo que não existia antes.  E esse algo de tem de ser proveitoso ou desejável para outras pessoas.
Como você tem de considerar as necessidades e desejos de terceiros, isso significa que você tem de criar empatia.  Você tem de se tornar capaz de perceber e entender o que vai dentro das outras pessoas, o que significa que você tem de desenvolver habilidades que lhe permitam entrever o que outras pessoas pensam, sentem e desejam.
Você tem ser capaz de estabelecer contato com outras pessoas de maneira pacífica, o que significa que você deve saber ter bons modos e desenvolver outras habilidades sociais.  O capitalismo estimula um comportamento mais extrovertido, uma maior cautela quanto aos seus modos e mais atenção a como seu comportamento afeta os outros.
O capitalismo também estimula a transmissão de habilidades intelectuais, emocionais e sociais que foram duramente conquistadas ao longo de gerações.  O que você aprendeu, você quer repassar aos seus filhos e netos, alunos, amigos e colegas, de modo que eles continuem a desenvolver no futuro tudo o que você aprendeu.
É sobre esses fundamentos que se constrói a civilização, e esta é exatamente a definição de cultura.  A humanidade possui uma característica singular em todo o mundo: ela possui cultura.  Lobos, uma manada de búfalos e um conjunto de golfinhos também são organizações sociais; mas somente nós humanos transferimos conhecimento e expressões tangíveis desse conhecimento ao longo de gerações.
Fazemos isso porque temos a capacidade mental para fazê-lo.  Porém, é o capitalismo que nos estimula a utilizar essa capacidade mental, e a utilizá-la de tal maneira que sabemos como aperfeiçoar tudo o que já foi criado anteriormente.
3) O capitalismo facilita o incremento da satisfação pessoal de longo prazo, bem como a capacidade de se ter felicidade na vida.  Isso, por sua vez, estimula as pessoas a se empenharem na excelência pessoal — que é a virtude da felicidade. 
Temos dentro de nós os impulsos e os desejos que podem nos levar a prazeres de curto prazo e a ações que podem causar grandes danos para nós mesmos e para outros.  Podemos ser violentos, podemos ser insultuosos, podemos ser absortos, e podemos ser totalmente desatentos para com os efeitos que temos sobre os outros.
Ceder a estes impulsos e desejos regularmente significa criar uma vida destrutiva, perigosa, dolorosa e curta.  Estimular tal estilo de vida como cultura é criar um autêntico inferno na terra.
O capitalismo faz com que seja supremamente recompensador e lucrativo fazermos algo completamente diferente.  Afinal, também temos dentro de nós a capacidade de pensar, de planejar, de antever as potenciais consequências de nossas ações, de aprender com nossos erros e com as respostas de terceiros.
Quanto mais utilizamos essa capacidade, mais desenvolvemos uma apreciação pela grande felicidade e satisfação pessoal que pode advir do fato de sermos muito atentos ao que fazemos; e aprendemos, com uma profundidade continuamente maior, como aquilo que nós fazemos afeta a nós mesmos e aos outros.
O capitalismo cria as circunstâncias externas que faz com que utilizar essa capacidade seja um benefício.  São essas qualidades empáticas, recíprocas, de longo prazo e voltadas para o nosso exterior  que tornam possível uma grande diversidade de virtudes — gratidão, coragem, empatia, produtividade, criatividade, perdão, bondade, integridade, compaixão e perseverança, para citar apenas algumas.
4) O capitalismo nos estimula a cooperar
A noção da "competição selvagem", em que impera a "lei do mais forte", é uma antiga, duradoura e permanente imagem criada pelos inimigos do capitalismo.  No entanto, é justamente o tipo de força bruta empregada pelo estado e pelos defensores do estatismo que estimula tal comportamento violento.
A competição dentro do capitalismo pode ser intensa e difícil, e insucessos (como falências) são parte integrante deste sistema.  Porém, para ser bem sucedido em qualquer empreendimento, você tem de aprender a cooperar com outras pessoas, saber trabalhar em conjunto com elas e aprender com seus próprios erros e fracassos.  Quanto melhor você se tornar nisso, maior será o potencial que você criará para o futuro.
São os seus concorrentes que lhe obrigarão a aprimorar suas habilidade, a preservar suas melhores práticas e a fornecer os melhores produtos e serviços para os seus consumidores.  Neste sentido, seus concorrentes são seus aliados — eles não estão no ramo para destruir você pessoalmente; eles estão concorrendo com você, envolvidos em uma relação ativa que irá manter cada um de vocês dentro de suas margens de crescimento.
Nossos antepassados cometeram o erro de aceitar as reivindicações morais do socialismo.  Eles aceitaram as virtuosas reivindicações de compaixão feitas pelos progressistas, e foram seduzidos pela visão que lhes foi apresentada de um mundo melhor, com pessoas melhores.  Mas podemos perdoá-los por isso, uma vez que eles não tiveram — ao contrário de nós — o benefício de poder olhar para os últimos cem anos e testemunhar os resultados de tais visões idealistas.
Recordo-me vivamente de minha (conservadora) avó dizendo que "o socialismo pode ser uma boa ideia na teoria, mas ele simplesmente não funciona."  O que ela — e milhões de outras pessoas — não entenderam é que a teoria é também igualmente péssima e nojenta.
O que eles não entenderam é que os progressistas, os socialistas, os comunistas, os fascistas... os estatistas de todas as matizes — aqueles que defendem o uso da força do governo para moldar e construir os seres humanos à imagem e semelhança daqueles que detêm o poder — não tinham absolutamente nada que pudesse ser comparado ao poder benevolente das trocas voluntárias.

NOTA IMPORTANTE


De antemão, ao iniciar o meu artigo de hoje faço uma reparação: em várias oportunidades escrevi dizendo que muitos brasileiros se manifestam como se tivessem ódio dos americanos. Trata-se de um engano. O sentimento correto não é o ódio, gente, é a inveja.

CAPITALISMO


Como não temos disposição, ou capacidade, para fazer do Brasil o mesmo que os americanos fizeram pelos EUA, a pronta reação dos invejosos é dizer que o capitalismo é um sistema muito cruel e desigual. A verdade, no entanto, é clara: o avanço da economia americana se deu pelo capitalismo. E quem preferiu outro sistema ficou, por convicção, para trás.

TODOS APROVEITAM


Geralmente, quem faz esse tipo de comentário, é quem se delicia com tudo aquilo que só o capitalismo oferece. Todos, indistintamente, usam a internet, o celular, o automóvel, e o supermercado. E fazem comparações de preços, o que, por si só, já identifica a existência de alguma concorrência.

ARROGÂNCIA


Outro comportamento muito atribuído aos americanos é o da arrogância. Esta postura, aqui entre nós, não é típica de um povo, mas de indivíduos. A arrogância está presente em todos os lugares. Tal qual a gripe. E ataca várias pessoas, inclusive muitas delas no Brasil, como é mais do que sabido.

MERCADO IMPERFEITO


É inegável que o capitalismo não é perfeito. Até porque não existe mercado perfeito. No entanto, no socialismo, quando o controlador é o Estado, aí a imperfeição é enorme. Puro defeito. Simplesmente porque o mais importante é cerceado: deixa de existir a vontade individual, a liberdade das pessoas, para dar lugar à vontade do governante.

CRISE


A crise que os EUA estão enfrentando hoje, com mais força do que o Brasil, já foi mais do que diagnosticada. Nos EUA sempre houve excesso de crédito. Já o Brasil sempre conviveu com escassez de crédito. Daí a razão para não termos sido atingidos, internamente, pela doença da oferta do crédito fácil, o que levou as economias mais desenvolvidas ao colapso.

TAXAÇÃO DA POUPANÇA


O governo voltou com o projeto de taxação da poupança. Como não sabe reduzir o imposto de renda das demais formas de investimento, o melhor caminho para poder reduzir a Selic é taxando a poupança. Não esqueçam que uma remuneração pela Selic plena não tem como competir com a Poupança, caso fique abaixo de 8% ao ano. De novo: a Poupança tem rendimento definido por lei; a Selic, pelo Copom.

Tudo que você precisa saber para refutar o Capitalismo

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Em um livro publicado recentemente, Jerry Mander, conhecido ativista e escritor estadunidense, propõe 6 argumentos pelos quais chegou o momento de declarar o esgotamento do capitalismo, 6 de suas característica mais essenciais que, segundo ele, converteram o sistema em uma ameaça inclusive para nossa própria sobrevivência como espécie.

Contradição capitalista: qual seria o auge coletivo possível do nosso sistema ? Todo mundo virar bilionário?
Mas se isso acontecer, o bilionário não terá poder algum sobre os outros, já que todos os outros serão. Ou seja, a desigualdade é a essência do capitalismo. Não existe bem-estar social.
1 – o capitalismo é economicamente insustentável
2- o enriquecimento da minoria necessita da pobreza da maioria
3- a concentração de propriedade destrói a autonomia dos indivíduos
4- o individualismo é suprimido pela massificação
5- gera uma insatisfação geral pra poder alimentar o consumismo
6- destrói os conhecimentos tradicionais junto com suas culturas
7- promove o desprezo sobre a vida e a valorização dos bens materiais.
PIRAMIDE-CAPITALISTA

COMO IRRITAR UM CAPITALISTA.

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