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Segundo hospital, 11 recrutas foram socorridos, sendo que alguns tiveram hipotermia. Curso de sobrevivência em mata incluía 256 jovens.
A volta da república democrática
Como já devem ter notado, nosso RPG está preparando sua volta triunfal. Não temos data, mas prometemos que será breve. A Administração está trabalhando intensamente na reforma dos quartos e na formatação e organização do fórum, e teremos muitas novidades que vocês vão amar!!
Algumas inovações também serão trazidas ao sistema político, mas queremos saber a opinião de todos em alguns assuntos, então essas enquetes talvez se tornem frequentes nos próximos dias.
A Primeira delas é sobre a duração dos mandatos do Presidente e da Mesa Diretora, e temos dois modelos a apresentar:
1️⃣ - Manter como sempre foi: Um mandato dura duas semanas (15 dias) e o mandato do Presidente e da Mesa Diretora são perfeitamente alinhados. Alguns argumentaram que este sistema sufoca as campanhas presidenciais e é um mandato muito curto para realizar um governo de respeito (HEHE), já que acaba fazendo que haja eleições um sábado sim e um sábado não, oque se torna uma rotina e faz com que a maioria dos candidatos não foque em campanhas (Oque na minha opinião é a parte mais legal do mandato KKK)
2️⃣ - Alterar para mandatos de quatro semanas: Em contrapartida, foi proposto que o Mandato durasse quatro semanas, para entrar na imersão e diminuir a intensidade dos problemas acima. Na vida real o mandato dura quatro anos, aqui duraria quatro semanas. Nesse modelo, as eleições para a mesa continuariam acontecendo de duas semanas em duas semanas, então haveria uma eleição no inicio de um mandato presidencial e outra no meio, exatamente como é na vida real. O principal ponto desse modelo é que as campanhas teriam tempo pra se desenvolver, pois seriam iniciadas no final da terceira semana de mandato e teriam a quarta semana toda para serem realizadas.
Agora é com vocês, peço que votem em qual modelo preferem. Vale lembrar que isso é uma enquete consultiva, então o modelo escolhido passará por analise antes de ser confirmado ou não.
Quebrando o estereotipo alemão
Setenta e três anos após a derrota do nazismo, a Alemanha mantém o empenho de explicar os horrores produzidos por Hitler e seus aliados. Segundo o historiador alemão, Daniel Bratanovic, editor do jornal Junge Welt, “desde cedo, a educação nas escolas da Alemanha Oriental era anti-fascista. Em 1968, começou a se falar nas escolas de todo o país”, afirma.
Recentemente, a Embaixada da Alemanha publicou um vídeo explicando como o nazismo era tratado entre os alemães, e recebeu uma enxurrada de comentários de brasileiros. Os internautas afirmavam que o nazismo era ligado às ideologias de esquerda e contestavam o holocausto.
Em entrevista exclusiva a Pixel, Bratanovic afirma que “é uma reivindicação tola de que o nazismo poderia ser um movimento de esquerda”. Segundo ele, “o movimento nazista, desde o começo, recebeu dinheiro e suporte de importantes setores militares, também de setores do capital, por exemplo de proprietários de fábricas de aço, preparando a Alemanha para a guerra”.
Além de questionar as posições ideológicas de Hitler, nos comentários, apoiadores do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) acusavam a embaixada de influenciar nas eleições brasileiras, ao ligar o nazismo à extrema direita alemã.
Favela não é violência
Mesmo com tantas adversidades, as favelas cariocas mantêm sua dinâmica particular e desafiam dia a dia as dificuldades, os estereótipos e os preconceitos. O colorido e o movimento das ruas. A diversão das crianças. O engajamento político. A cultura, a arte, a diversidade, a resiliência, o senso de comunidade. Com o objetivo de mostrar essas características, fotógrafos da comunidade registram o cotidiano da população local. Uma rotina que vai além da tragédia e da violência.
Em entrevista ao Expresso na Perifa, o fotógrafo @coutinho04 concorda: a favela não é sinônimo de perigo e violência. Ela tem talento, arte e criatividade.
A favela tem alma
Com justa razão, sociólogos, economistas, políticos e cientistas sociais têm se preocupado com a trágica realidade das favelas urbanas. Na verdade, elas são o retrato de uma sociedade desigual e excludente que vivemos.
As favelas urbanas são também a vergonha explícita da nossa iniquidade social. Tirar o homem da favela será pois o grande desafio urbano & humanístico deste próximo milênio.
Conquanto seja deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma “favela ” na alma humana. Tirar a favela de dentro do homem será pois um grande desafio para os terapeutas, teólogos, conselheiros, educadores, em fim, para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana.
A “favela interior ” é o resultado do crescimento de um tipo diferente de pobreza, marcada pela ausência de sentimentos, valores e atitudes nobres, cada vez mais escassos em nossa sociedade materializada.
Pessaos de bem, empresários, médicos, advogados, politicos, e até muitos líderes religiosos, vivem nesta “favela”.
Esta pobreza interior é denunciadora também de um “lixo interior” que o ser humano permite que vá se acumulando pelas esquinas da alma, ao longo da sua curta existência .
Podemos assim classificar pelo menos, três diferentes tipos de pobreza interior denunciam a existência de uma “favela” dentro de nós.
AÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL
Nesta madrugada, após agitações na sede da Polícia Federal, uma equipe adentrou e averiguou o local. Os agentes foram alertados após um deles passar em frente a sede, calmamente dirigindo de volta para casa, quando viu vários encapuzados saindo do prédio altamente armados e levando bolsas consigo. Logo, o agente acionou outros dois colegas que, após se equiparem, foram juntos direto para o local averiguar. Após alguns minutos de tensão, toda a sede foi revistada, sem alterações das cenas, preservando o local para a pericia. Assim que a sede foi confirmada vazia, os agentes a isolaram, maneira que se encontra no momento: Isolada completamente e fortemente protegida, ninguém entra e ninguém sai.
Drogas marcam festa de CamCarnielli
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| Suspeita de tráfico de drogas na festa. |
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O Comando Militar do Planalto Habbletiano (CMLH) abriu um "procedimento judicial" para investigar um furto de armamento na Vila ...













