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A volta da república democrática
Como já devem ter notado, nosso RPG está preparando sua volta triunfal. Não temos data, mas prometemos que será breve. A Administração está trabalhando intensamente na reforma dos quartos e na formatação e organização do fórum, e teremos muitas novidades que vocês vão amar!!
Algumas inovações também serão trazidas ao sistema político, mas queremos saber a opinião de todos em alguns assuntos, então essas enquetes talvez se tornem frequentes nos próximos dias.
A Primeira delas é sobre a duração dos mandatos do Presidente e da Mesa Diretora, e temos dois modelos a apresentar:
1️⃣ - Manter como sempre foi: Um mandato dura duas semanas (15 dias) e o mandato do Presidente e da Mesa Diretora são perfeitamente alinhados. Alguns argumentaram que este sistema sufoca as campanhas presidenciais e é um mandato muito curto para realizar um governo de respeito (HEHE), já que acaba fazendo que haja eleições um sábado sim e um sábado não, oque se torna uma rotina e faz com que a maioria dos candidatos não foque em campanhas (Oque na minha opinião é a parte mais legal do mandato KKK)
2️⃣ - Alterar para mandatos de quatro semanas: Em contrapartida, foi proposto que o Mandato durasse quatro semanas, para entrar na imersão e diminuir a intensidade dos problemas acima. Na vida real o mandato dura quatro anos, aqui duraria quatro semanas. Nesse modelo, as eleições para a mesa continuariam acontecendo de duas semanas em duas semanas, então haveria uma eleição no inicio de um mandato presidencial e outra no meio, exatamente como é na vida real. O principal ponto desse modelo é que as campanhas teriam tempo pra se desenvolver, pois seriam iniciadas no final da terceira semana de mandato e teriam a quarta semana toda para serem realizadas.
Agora é com vocês, peço que votem em qual modelo preferem. Vale lembrar que isso é uma enquete consultiva, então o modelo escolhido passará por analise antes de ser confirmado ou não.
Quebrando o estereotipo alemão
Setenta e três anos após a derrota do nazismo, a Alemanha mantém o empenho de explicar os horrores produzidos por Hitler e seus aliados. Segundo o historiador alemão, Daniel Bratanovic, editor do jornal Junge Welt, “desde cedo, a educação nas escolas da Alemanha Oriental era anti-fascista. Em 1968, começou a se falar nas escolas de todo o país”, afirma.
Recentemente, a Embaixada da Alemanha publicou um vídeo explicando como o nazismo era tratado entre os alemães, e recebeu uma enxurrada de comentários de brasileiros. Os internautas afirmavam que o nazismo era ligado às ideologias de esquerda e contestavam o holocausto.
Em entrevista exclusiva a Pixel, Bratanovic afirma que “é uma reivindicação tola de que o nazismo poderia ser um movimento de esquerda”. Segundo ele, “o movimento nazista, desde o começo, recebeu dinheiro e suporte de importantes setores militares, também de setores do capital, por exemplo de proprietários de fábricas de aço, preparando a Alemanha para a guerra”.
Além de questionar as posições ideológicas de Hitler, nos comentários, apoiadores do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) acusavam a embaixada de influenciar nas eleições brasileiras, ao ligar o nazismo à extrema direita alemã.
Favela não é violência
Mesmo com tantas adversidades, as favelas cariocas mantêm sua dinâmica particular e desafiam dia a dia as dificuldades, os estereótipos e os preconceitos. O colorido e o movimento das ruas. A diversão das crianças. O engajamento político. A cultura, a arte, a diversidade, a resiliência, o senso de comunidade. Com o objetivo de mostrar essas características, fotógrafos da comunidade registram o cotidiano da população local. Uma rotina que vai além da tragédia e da violência.
Em entrevista ao Expresso na Perifa, o fotógrafo @coutinho04 concorda: a favela não é sinônimo de perigo e violência. Ela tem talento, arte e criatividade.
A favela tem alma
Com justa razão, sociólogos, economistas, políticos e cientistas sociais têm se preocupado com a trágica realidade das favelas urbanas. Na verdade, elas são o retrato de uma sociedade desigual e excludente que vivemos.
As favelas urbanas são também a vergonha explícita da nossa iniquidade social. Tirar o homem da favela será pois o grande desafio urbano & humanístico deste próximo milênio.
Conquanto seja deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma “favela ” na alma humana. Tirar a favela de dentro do homem será pois um grande desafio para os terapeutas, teólogos, conselheiros, educadores, em fim, para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana.
A “favela interior ” é o resultado do crescimento de um tipo diferente de pobreza, marcada pela ausência de sentimentos, valores e atitudes nobres, cada vez mais escassos em nossa sociedade materializada.
Pessaos de bem, empresários, médicos, advogados, politicos, e até muitos líderes religiosos, vivem nesta “favela”.
Esta pobreza interior é denunciadora também de um “lixo interior” que o ser humano permite que vá se acumulando pelas esquinas da alma, ao longo da sua curta existência .
Podemos assim classificar pelo menos, três diferentes tipos de pobreza interior denunciam a existência de uma “favela” dentro de nós.
AÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL
Nesta madrugada, após agitações na sede da Polícia Federal, uma equipe adentrou e averiguou o local. Os agentes foram alertados após um deles passar em frente a sede, calmamente dirigindo de volta para casa, quando viu vários encapuzados saindo do prédio altamente armados e levando bolsas consigo. Logo, o agente acionou outros dois colegas que, após se equiparem, foram juntos direto para o local averiguar. Após alguns minutos de tensão, toda a sede foi revistada, sem alterações das cenas, preservando o local para a pericia. Assim que a sede foi confirmada vazia, os agentes a isolaram, maneira que se encontra no momento: Isolada completamente e fortemente protegida, ninguém entra e ninguém sai.
Drogas marcam festa de CamCarnielli
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| Suspeita de tráfico de drogas na festa. |
Cheerleaders do colégio objetivo dão entrevista na PixelNewsTV
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| Abbye e Maya, no estúdio da pixel no Habblet |
A Cheerleader mais famosa do colégio objetivo deu uma entrevista nos estúdios da pixel no Habblet falando um pouco sobre líderes de torcida.
Como as líderes de torcida surgiram?
O cheerleading é uma atividade física criada nos Estados Unidos. Em geral, tem duração de um a três minutos e inclui danças, quedas e saltos. O primeiro grito de torcida registrado na história aconteceu na década de 1880 na Universidade de Princeton.
A expansão do esporte ao redor do mundo ocorreu principalmente em razão de uma série de filmes que retratavam as líderes de torcida. Competições pela ESPN Internacional também contribuíram para o crescimento da modalidade.
O cheerleading sempre foi praticado por mulheres?
Um fato curioso e que poucas pessoas sabem é que, no começo, o cheerleading era um esporte praticado apenas por homens. As mulheres puderam participar da atividade e se tornar líderes de torcida apenas em 1923, na Universidade de Minnesota. Isso ocorreu principalmente em razão da falta de esportes voltados para o público feminino nas universidades.
Já nos anos 40, em razão da Segunda Guerra Mundial, muitos universitários homens foram recrutados para a batalha, o que fez com que a popularidade das líderes de torcida mulheres crescesse ainda mais.
Nos anos 50, a prática de animação de torcida começou a se tornar mais profissional. Tanto é que foi incluída na NFL (National Football League), inicialmente para os Baltimore Colts, equipe de futebol americano. Já em 1976, estreou no Super Bowl X e fixou-se de vez na cultura norte-americana.
Usuários se manifestam com demora
A medida adotada pela Agência Habbletiana de Transporte (ABT), de limitar prazos de atendimento para usuários, promete acabar com as longas filas de espera para usuários que precisam comprar suas passagens antecipadas. Mas apesar da demora ser o principal transtorno enfrentado pelos usuários, o setor de transporte ainda gera muita insatisfação por diversos motivos. Pesquisa feita pelo Instituto ConfiaHabbo, a pedido do Conselho Federal de Transportes (CFT), revela que, de cada 10 filiados, pelo menos seis já enfrentaram algum tipo de problema com seu agendamento
O estudo mostra que 58% dos usuários já tiveram alguma queixa com relação aos seus agendamentos. A espera deu dor de cabeça para 26% dos clientes. A falta de opções, tanto de profissionais quanto de locais adequados, foi lembrada por 21% dos entrevistados.
Já com relação ao app, 19% dos usuários consideram difícil realizar um agendamento e 18% não conseguiram executar o procedimento porque o profissional deixou de atender. Nem o bolso do consumidor escapou do abuso. Cerca de 19% das pessoas já precisaram pagar valores adicionais para conseguir uma viagem, e 12% tiveram agendamento negado pela agência.
Exército investiga furto de arma na Vila Militar, no Habblet
O Comando Militar do Planalto Habbletiano (CMLH) abriu um "procedimento judicial" para investigar um furto de armamento na Vila ...











